Plano Actividades para 2011

Plano de Act. 2011

Saúde - Instituto Português de Sangue lança apelo a dadores - RTP Noticias, Vídeo

Saúde - Instituto Português de Sangue lança apelo a dadores - RTP Noticias, Vídeo

Nova análise de sangue detecta ataques cardíacos

Uma nova análise de sangue, que consegue identificar danos nos tecidos do coração, permite melhorar o diagnóstico de ataque cardíaco, segundo um estudo de uma equipa da universidade britânica de Edimburgo, avança o Diário de Notícias.

De acordo com o estudo, que é publicado esta quarta-feira no Journal ofthe American MedicalAssociation (JAMA), o teste permitiu identificar mais um terço dos doentes com ataques cardíacos do que os meios de diagnóstico tradicionais.

A equipa avaliou mais de dois mil doentes que ao longo de um ano foram admitidos nas urgências do hospital de Edimburgo com sintomas de dores no peito.

Após a introdução do novo teste na prática clínica das urgências naquele hospital, o risco de os pacientes voltarem ao hospital ou de morrerem devido a ataque cardíaco diminuiu para metade, explica a equipa coordenada por Nicholas Mills.

O teste, que tem maior sensibilidade para detectar no sangue a troponina, um complexo de três proteínas associado a um maior risco de ataque cardíaco, beneficia “não apenas os doentes com ataques cardíacos graves, mas também os que têm episódios menos sérios que também são despistados”, afirmou Nicholas Mills.

 Artigo em: RCM Pharma


 

Hospital de Santarém prepara-se para reabrir serviço de sangue encerrado há dois anos

A administração do Hospital de Santarém prevê reabrir o serviço de recolhas de sangue durante o mês de Maio, ao fim de mais de dois anos de encerramento por razões de segurança e porque as instalações não cumpriam as normas europeias. O director clínico do hospital, José Marouço, diz que só agora foi possível avançar com uma solução que tem andado a ser negociada durante este tempo com o Instituto Português do Sangue.

Uma das exigências que eram feitas para que o serviço estivesse aberto era a da separação de dadores de sangue dos doentes. Mas o hospital não tem tido condições para promover essa separação através de alterações nas instalações e neste momento a hipótese mais viável é criar dois períodos durante o dia para que uns e outros não estejam misturados. O que está previsto é que os dadores possam fazer a sua dádiva de manhã e à tarde possam ser atendidos os doentes que tenham que recorrer ao serviço.

Esta situação aliada a dificuldades de reposição das reservas de sangue, por parte do Instituto Português de Sangue (IPS), chegaram a obrigar o hospital a cancelar algumas cirurgias durante o mês de Fevereiro de 2010. Na altura o presidente do conselho de administração, José Josué, dizia com o encerramento do serviço a unidade de saúde ficou totalmente dependente do IPS, o que, admitiu, tem gerado algumas dificuldades. E classificou a situação como “muito desagradável”.

O serviço de sangue do hospital é o único num raio de mais de 30 quilómetros, o que fez com que os dadores tivessem que se deslocar ou aproveitassem as recolhas feitas por grupos de dadores aos fins-de-semana. Mas nos últimos tempos numa parceria com o Grupo de Dadores de Sangue de Pernes, concelho de Santarém, foi possível algumas vezes colocar uma unidade móvel do IPS no parque do hospital para receber as dádivas da população.

Recorde-se que o serviço de recolhas de sangue (hemoterapia) do hospital foi suspenso porque o serviço não cumpria as normas europeias. Um dos problemas tinha a ver com o facto de a consulta de triagem dos dadores funcionar no mesmo espaço em que é feita a recolha, quando a legislação obriga a que se efectuem em locais separados, além do espaço ser demasiado pequeno.

Noticia em: O Mirante

Dadores de medula óssea

No próximo dia 19 de Março, entre as 10h00 e as 18h00, vai decorrer nas instalações da CGD, na rua Teixeira Guedes (junto aos CTT), em Santarém, angariação de eventuais dadores de medula óssea pelo CEDACE (Centro nacional de dadores de células de medula óssea), que colherá uma pequena amostra de sangue, para estudo de histocompatibilidade, fazendo o registo no banco de dados, como eventual de dador de medula.


Se tem entre 18 e 45 anos, e um minímo 50 Kg, então seja dador. Ajude a salvar vidas!

Artigo em: O Ribatejo

IPO/Porto chega aos 1500 transplantes

O Serviço de Transplantação de Medula Óssea (STMO) do IPO do Porto foi considerado a maior unidade da Península Ibérica, de acordo com o total de transplantes realizados, cerca de 1.500 desde 1989.

Alcançado este número, que foi simbolicamente assinalado esta terça-feira com uma largada de 1.500 balões, o director daquele serviço pretende avançar com outros projectos, um dos quais visa alargar o programa de transplantação a outras áreas, nomeadamente às doenças raras.

«Algumas dessas doenças podem ser curadas ou, parte delas, corrigidas com a transplantação de medula óssea. Muitas dessas doenças raras atingem vários sistemas, entre os quais o hematológico, que é passível de correcção com transplantação de medula», afirmou António Campos.

O responsável disse à Lusa que já foram realizados alguns transplantes, mas em número reduzido, uma vez que estes doentes não são referenciados de forma sistemática.

«O que estamos a fazer neste momento é tentar organizarmo-nos com a Pediatria do Hospital Maria Pia e com o ICBAS no sentido de aderirmos a um grupo europeu deste tipo de doenças. O objectivo é dar maior visibilidade e maior informação daquilo que é passível de ser curado ou pelos menos corrigido com este tipo de tratamento», sustentou.

Outro projecto avançado por António Campos consiste na «transplantação em regime de ambulatório», ou seja, «todo o programa de transplantação, excepto a administração de quimioterapia, seria feito no domicílio».

«Não é possível para todos os transplantes, mas, no caso de ser possível, seria extremamente cómodo, porque o doente estaria no seu ambiente e o risco de infecção seria muitíssimo mais reduzido», considerou.

Este projecto, que aguarda a aprovação da direcção do IPO do Porto, contempla uma estrutura que permite que o doente e o serviço de transplantação estejam em permanente contacto.

«É perfeitamente viável que todo o procedimento decorra em regime de ambulatório e com o nível de segurança adequada», garantiu.

Com uma taxa de ocupação «superior a 90 por cento», este tipo de intervenção iria «libertar camas» do STMO para os casos que obrigatoriamente têm de ser transplantados em regime de internamento.

«Neste momento estamos no limite de capacidade, são cerca de 140 transplantes por ano», frisou.

De acordo com a última publicação da «European Blood and Marrow Transplantation» (EBMT), a ser divulgada este ano, relativamente ao total de transplantes efectuados, o STMO do IPO Porto ficou classificado em 33.º.

Em 2009, a nível nacional, foi no IPO Porto que se realizaram mais transplantes de medula óssea (138), seguindo-se o IPO de Lisboa, com 81, e o Hospital de Santa Maria, com 76. O Hospital S. João e o IPO de Coimbra realizaram 43 e 25, respectivamente.

Artigo em IOL diário
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