Anti-inflamatório reduz níveis de açúcar no sangue

"Um fármaco aprovado para o tratamento da dor decorrente da Artrite pode ter um papel importante na redução do risco da Diabetes e problemas cardiovasculares em jovens obesos, de acordo com um estudo publicado na revista “Diabetes Care”. Comparado com placebo, o anti-inflamatório salsalato reduziu os níveis de glicose no sangue em média 13% em 20 adultos não-diabéticos com a idade igual ou inferior a 30 anos e índice de massa corporal (IMC) de pelo menos 30, classificado como obesidade. A equipa liderada por Allison B. Goldfine, do Joslin Diabetes Center, em Boston, nos EUA, determinou aleatoriamente que os participantes tomassem 4 miligramas de salsalato por dia, divididas em duas doses, ou placebo, durante 4 semanas. De acordo com o estudo, além de reduzir os níveis de glicose em jejum, o salsalato diminuiu a resposta glicémica após o teste de tolerância à glicose oral, melhorou a sensibilidade à insulina e restringiu os sinais de inflamação."

Depressão: Análise ao sangue pode diagnosticar a doença

"Estudo publicado nos Estados Unidos sugere que uma simples análise ao sangue poderá ser suficiente para averiguar casos de depressão.Segundo os cientistas, este diagnóstico é possível devido à identificação de uma proteína no cérebro que pode servir de marcador biológico para a depressão. "A análise poderá permitir prever rapidamente a eficácia da terapia com antidepressivos, em quatro ou cinco dias, evitando uma longa espera de um mês ou mais para determinar o tratamento adequado", afirmou Mark Rasenick, autor do estudo.Foram estudados 16 cérebros de pacientes depressivos com tendência para o suicídio, comparando-os a cérebros de pessoas já falecidas e sem historial de ordem psiquiátrica.Os investigadores notaram que a proteína Gs alfa estava presente em maior proporção nos pacientes depressivos em células do cérebro denominadas por "jangadas lipídicas". "Essas jangadas são espessas, viscosas, quase pegajosas, e tanto facilitam como impedem a comunicação entre as moléculas da membrana", explicou o cientista no Journal of Neuroscience.Quando a proteína fica presa nas "jangadas lipídicas", a sua capacidade de activar os neurotransmissores fica reduzida."Os antidepressivos contribuem para deslocar a Gs alfa para fora dessas jangadas e facilitar a acção de certos neurotransmissores", acrescentou.Os investigadores acreditam que bastam apenas quatro a cinco dias para se observarem alterações nas células sanguíneas, comparativamente aos antidepressivos que costumam demorar por volta de um mês a mostrarem a sua eficácia."

Bactéria "devoradora" de colesterol identificada no Homem

" `Bacteroides dorei Strain D8`, como foi baptizada, poderá vir a ser utilizada para diminuir o colesterol elevado em doentes de risco, segundo o Instituto Nacional da Pesquisa Agronómica (INRA) francês, que efectuou as pesquisas recentemente publicadas na revista Applied and Environmental Microbiology.
"Algumas das bactéria que apresentam estas propriedades já tinham sido identificadas no rato, no porco e no babuíno mas, até agora, nenhum laboratório tinha conseguido isolar no Homem bactérias responsáveis pela transformação do colesterol em coprostanol, eliminado naturalmente", revela Philippe Gerard, responsável pela investigação.
Nos animais são as `eubacterium`, umas bactérias de um género diferente, que asseguram o papel da transformação.
"Até hoje pensávamos que estas eram as únicas bactérias capazes de o fazer", acrescentou.
O papel desempenhado pela flora intestinal humana ..." ver mais

Gene estudado em peixes pode estar relacionado com a Leucemia humana

"Um gene que controla a proliferação celular do olho dos vertebrados poderá ter a mesma função nas células sanguíneas, o que sugere novas terapias para a Leucemia humana, segundo um estudo coordenado por um cientista português e que vem publicado na última edição da revista bimensal “Development”. O gene estudado neste trabalho, que utiliza como modelo o peixe-zebra, é o "meis1", o mesmo que em humanos parece estar envolvido em certos tipos de tumores, como as leucemias. A formação das células do olho no peixe-zebra resulta da proliferação de células inicialmente indistintas que se vão diferenciando, num processo controlado pelo gene "meis1". "Quando o "meis1" é removido através de manipulação genética, essas células do olho proliferam menos e o olho resultante fica muito reduzido", explicou à Lusa o coordenador do estudo, Fernando Casares, investigador do Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC), da Universidade do Porto. Curiosamente, o "meis1" intervém nas fases iniciais do desenvolvimento normal do sangue e, tal como acontece com o olho, a sua expressão é reprimida para permitir que as precursoras das células do sangue se diferenciem. Contudo, sublinhou o cientista, se o "meis1" continuar "ligado", as células do sangue continuam a proliferar e tornam-se incapazes de desempenhar as suas funções normais."

Anti-inflamatório reduz níveis de açúcar no sangue

"Um fármaco aprovado para o tratamento da dor decorrente da Artrite pode ter um papel importante na redução do risco da Diabetes e problemas cardiovasculares em jovens obesos, de acordo com um estudo publicado na revista “Diabetes Care”. Comparado com placebo, o anti-inflamatório salsalato reduziu os níveis de glicose no sangue em média 13% em 20 adultos não-diabéticos com a idade igual ou inferior a 30 anos e índice de massa corporal (IMC) de pelo menos 30, classificado como obesidade. A equipa liderada por Allison B. Goldfine, do Joslin Diabetes Center, em Boston, nos EUA, determinou aleatoriamente que os participantes tomassem 4 miligramas de salsalato por dia, divididas em duas doses, ou placebo, durante 4 semanas. De acordo com o estudo, além de reduzir os níveis de glicose em jejum, o salsalato diminuiu a resposta glicémica após o teste de tolerância à glicose oral, melhorou a sensibilidade à insulina e restringiu os sinais de inflamação."

Estudo em ratos oferece esperança contra a diabetes

"Testes efectuados por cientistas norte-americanos em ratos podem ter aberto um caminho para uma possível cura da doença.A diabetes tipo 1, também conhecida como diabetes insulino-dependente, é mais rara, atingindo na maioria das vezes crianças ou jovens, podendo igualmente aparecer em adultos e até em idosos. Caracteriza-se ainda pela destruição das células beta no pâncreas, responsáveis pela produção de insulina.Os ratos receberam inicialmente uma mistura com três medicamentos que fizeram com que o pâncreas retomasse a produção de insulina, normalizando os níveis de glicose no sangue em mais de 90% dos roedores.No entanto, os investigadores notaram que, embora os fármacos tenham conseguído interromper a destruição das células, não foram capazes de as regenerar.Numa segunda fase do estudo os cientistas acrescentaram um outro ingrediente à mistura de medicamentos, a enzima alfa-antitripsina, provocando o reaparecimento das células beta.Tery Strom, coordenador da pesquisa, acredita que a enzima deverá ter amenizado a inflamação no pâncreas, que leva à destruição das células e..." ver mais
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