Carmen Pinheiro: dador é um recém-nascido

O dador, cujas células estaminais de cordão umbilical podem curar Carmen, foi encontrado em base internacional.

Carmen Pinheiro não podia estar mais feliz: foi finalmente encontrado um dador, que a poderá salvar. Curiosamnete, trata-se de um recém-nascido, cujas células estaminais de cordão umbilical a podem curar, e foi descoberto em base de dados internacional.

A esperança de cura para a pequena Carmen aumentou ainda mais pelo facto desta doação ser feita através das células estaminais do cordão umbilical. Espera-se agora que a menina reúna as condições para fazer a intervenção, neste caso mais simples do que um transplante de medula.

A operação só será realizada dentro de dois a três meses porque Carmen terminou há pouco tempo o segundo ciclo de quimioterapia e terá de apresentar até dois por cento de remissão da doença, para poder receber as células estaminais.

Artigo original em : TVI24

Pedido de Doação de Medula Óssea

O meu pedido de auxílio vai no sentido de tentar mobilizar o maior número de pessoas a fazer uma recolha de sangue, para uma possível doação de medula. Tenho um colega de trabalho, cuja filha de 7 meses, SOFIA DOMINGUES FONSECA se encontra bastante doente. Foi-lhe diagnosticada uma Leucemia. É necessário efectuar transplante de Medula Óssea pois caso contrário a menina não vai conseguir sobreviver. Seria bom que todos pudéssemos participar! Após a recolha de sangue, são feitos os testes necessários para verificar a compatibilidade. Caso haja alguém compatível, será contactado. As recolhas de sangue poderão ser efectuadas no Centro de Histocompatibilidades da vossa área de residência.

Centro de Histocompatibilidade do Sul

Alameda das Linhas de Torres, nº117 - Lisboa

Tel: 21 750 41 00

Centro de Histocompatibilidade do Centro

H.U.C - Praceta Prof Mota Pinto - Coimbra

Tel: 239 480 700

Centro de Histocompatibilidade do Norte

Pavilhão Fernanda - Rua Roberto Frias - Porto

Tel: 22 557 34 70


Podes ainda dirigir-se aos Serviços de Imuno-hemoterapia dos Hospitais de: Abrantes, Amadora-Sintra, Barreiro, Beja, Elvas, Évora, Faro, Tomar, Torres Novas, Portimão, Portalegre, Litoral Alentejano, ainda Centro de Saúde de Mafra e à Clínica Prevenir e Cuidar, em Odivelas.


Mais informações, estou disponível através do endereço rodrigo.azul@gmail.com. Podem também enviar e-mail para help.sofiafonseca@gmail.com

MUITO OBRIGADO

Serotonina a menos origina morte súbita dos bebés

A produção deficitária de um neurotransmissor chamado serotonina na zona do tronco cerebral (a parte do sistema nervoso central que liga o cérebro à medula espinal) pode estar associada à síndrome da morte súbita nos bebés até ao ano de idade.

A descoberta foi feita por médicos e investigadores do Children's Hospital de Boston, nos Estados Unidos, e é publicada hoje no The Journal of the American Medical Association.

A morte súbita nos bebés tem desafiado desde há muito a medicina. Dramático, e até hoje inexplicável, este problema é desde há 20 anos objecto de investigação por parte de um grupo de médicos cientistas daquele hospital pediátrico. Comparando os níveis de serotonina em bebés vítimas daquela misteriosa síndrome com os níveis do mesmo neurotransmissor noutros bebés que morreram de outras causas, os investigadores acabaram por detectar a diferença.

No tronco cerebral, a serotonina tem por papel ajudar a regular algumas funções involuntárias do organismo, como a respiração, o ritmo cardíaco e a pressão sanguínea durante o sono.

Os investigadores do hospital pediátrico de Boston, liderados pela neuropatologista Hannah Kinney, pensam que os níveis baixos de serotonina encontrados nos bebés vítimas de morte súbita podem estar na origem de uma desregulação daquelas funções. Dormindo numa posição de barriga para baixo, aqueles bebés estariam assim impossibilitados de mudar automaticamente a posição do rosto, caso estivessem a respirar mal, uma vez que aquela função estaria desregulada.

Artigo original em: DN Ciência

Novo método permite detectar cancro em estado inicial

Um novo método de testes está a ser desenvolvido para detectar o cancro antes do tumor se formar. Foram identificadas substâncias no sangue que acompanham certos tipos de tumor, avança o site Ciência Hoje.

Como se sabe, quanto mais cedo o médico diagnosticar a doença, mais hipóteses os pacientes têm de recuperar. O primeiro passo para detectar os tumores nos seus estados iniciais já foi completo.

A tecnologia é baseada em chips microfluídicos, com pequenos canais apertados, onde circula uma amostra de sangue do paciente.

O chip marca as proteínas indicativas de cancro. A concentração medida dos marcadores de tumor no sangue ajudam o médico a diagnosticar a doença no seu estado mais inicial. Testes similares já existiam anteriormente, mas as suas medidas não eram tão precisas e apenas era possível detectar moléculas presentes no sangue em grandes quantidades. Além disto, os testes eram caros e tinham que ser levados para os laboratórios, o que demorava tempo, crucial nesta doença.

O projecto, financiado pelo Ministério alemão da Educação e Investigação e coordenado pelo Fraunhofer FIT, está a tentar desenvolver a matéria. As nanoparticulas biofuncionalizadas, desenvolvidas pelos cientistas do Fraunhofer Institute for Silicate Research (ISC) em Würzburg, são a peça chave no novo sensor.

“Onde eram necessárias cem moléculas numa certa quantidade de sangue para detectar os marcadores de tumor, hoje apenas precisamos de uma. Isto significa que as doenças podem ser diagnosticadas muito mais cedo do que com os presentes métodos”, explicou Jörn Probst, responsável pelo Business Unit Life Science no ISC.

O grupo de investigadores está a desenvolver o primeiro demonstrador de quatro biosensores independentes. Os especialistas estão ainda a trabalhar na detecção simultânea de vários marcadores de tumores, que vão aumentar a clareza dos testes.

O sistema estará pronto para entrar no mercado nos próximos cinco anos.

Artigo original em: Portal da Oncologia Português

Transplante de medula óssea benéfico em casos mais graves de leucemia

Os pacientes com leucemia, que realizam um transplante de células estaminais do sangue, sobrevivem em média tanto tempo como aqueles que se submetem a um procedimento mais invasivo de transplante da medula óssea, afirmam cientistas esta segunda-feira, cita a agência Reuters.

Mas os pacientes com formas mais graves de leucemia podem beneficiar do transplante da medula óssea, dizem os autores do estudo.

O transplante de medula óssea envolve a recolha de células estaminais da medula óssea. No transplante de células estaminais periféricas, as células são recolhidas do sangue periférico, evitando algumas das complicações da recolha de células da medula óssea.

Investigadores da Universidade de Medicina Charité, em Berlim, na Alemanha, analisaram as taxas de sobrevida em 329 pacientes de 42 centros de transplante em 13 países da Europa, Israel e Austrália.

Os cientistas descobriram que as taxas de sobrevivência após dez anos foram similares: 49,1% para os receptores de células estaminais e 56,5% para os que receberam células da medula óssea.

Os resultados mostram que houve "diferenças notáveis na sobrevida em pacientes com leucemia aguda", revela o estudo publicado na revista médica The Lancet Oncology.

Após dez anos, os doentes com leucemia linfoblástica aguda tiveram uma probabilidade de sobrevida de 28,3% após transplante de medula óssea, em comparação com 13% após transplante de células estaminais periféricas. Em pacientes com leucemia mielóide aguda as probabilidades foram de 62,3% e 47,1% respectivamente.

Artigo original em: Portal de Oncologia Português

Plano de Actividades para 2010

Plano de Act. 2010
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